Delegada Gleide Ângelo percorre comércio de São Lourenço da Mata e reforça contato direto com eleitores
A deputada estadual Delegada Gleide Ângelo esteve nesta sexta-feira (11) no comércio de São Lourenço da Mata, onde caminhou pelas ruas do centro e conversou com comerciantes, trabalhadores e moradores. A ação integra uma rotina de visitas e caminhadas da parlamentar durante o período eleitoral. O contato direto com a população tem sido utilizado como uma maneira de apresentar às pessoas o trabalho prestado ao longo de seus dois mandados, além de acompanhar, presencialmente, as demandas, críticas e percepções das mulheres e homens da cidade.
Esse tipo de abordagem permite alcançar aqueles que não necessariamente estão ligados a grupos políticos, lideranças ou estruturas partidárias e cuja preferência costuma ser mais difícil de identificar. Para a Delegada, estar nas ruas é um dos principais termômetros para compreender essa realidade: “Estar perto das pessoas é algo que faz parte do meu trabalho durante todo o mandato. É assim que conheço a realidade de muitas comunidades e, principalmente, de pessoas que vivem em situação de maior vulnerabilidade. Um dos maiores pontos do meu trabalho como deputada tem sido a geração de renda para as mulheres, que acabam concentrando uma rotina de trabalho não remunerado, seja nos cuidados com a casa ou com os filhos. Por isso, temos levado qualificação para dentro das comunidades, criando oportunidades para que essas mulheres possam aprender uma atividade, começar a gerar renda e, muitas vezes, fazer isso sem precisar se afastar de casa e da própria família. Quando caminho pelas ruas, também é uma oportunidade de sentir como esse trabalho se reflete na vida das pessoas”, pontua.
Nos últimos quatro anos, foram cerca de 5 mil mulheres certificadas em cursos profissionalizantes em áreas diversas, como saúde, gastronomia, estética e beleza, marketing digital e vendas online, mecânica, eletrônica e construção. “Quando a gente leva uma oportunidade dessas para dentro das comunidades, a mulher não precisa esperar alguém aparecer com um emprego. Ela aprende, começa a fazer seu próprio dinheiro e ajuda dentro de casa. É muito gratificante ver uma mulher dizendo: ‘Eu aprendi, comecei a trabalhar e hoje tenho minha própria renda’. É por histórias assim que esse trabalho vale a pena.”, destacou a Delegada.
IMPRENSA
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Imagens — Américo Santos







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