Destaques Famílias de Jaboatão desabrigadas pelas chuvas recebem acolhimento multidisciplinar em abrigo do município

Famílias de Jaboatão desabrigadas pelas chuvas recebem acolhimento multidisciplinar em abrigo do município


Com atenção e acolhimento permanentes, a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, prossegue atuando junto às famílias que precisaram sair de suas casas por conta das chuvas intensas registradas desde a última sexta-feira (1º), e que as colocaram em situação de vulnerabilidade. Seja devido a riscos de deslizamento ou a entrada de água nas residências, muitas pessoas tiveram que deixar o lar em diferentes áreas do município.

Um dos pontos que recebeu esses desabrigados em Jaboatão é o CRAS de Cajueiro Seco, no bairro de mesmo nome. No espaço, atualmente, mais de 100 pessoas de mais de 40 famílias diferentes estão sendo atendidas pelas equipes da administração municipal.

Desde que foi aberto para a acolhida, as primeiras famílias passam por uma série de cuidados. Diariamente, o espaço conta com atendimento médico clínico geral, e a equipe da assistência promove uma série de atividades, a exemplo de palestras sobre conselho tutelar e de violência doméstica contra a mulher e ações recreativas para as crianças. Também são realizados encaminhamentos psicológicos e ações para a emissão de documentos pessoais perdidos nas chuvas. Outra iniciativa é a promoção de um bazar de roupas e calçados doados para que as próprias famílias possam escolher os vestuários. Além de colchões e cobertores, são servidas seis refeições diariamente.

“Não é uma situação fácil, então realizamos todas essas ações para garantir que eles possam passar o dia e dar um pouco de tranquilidade e acolhimento”, afirmou a coordenadora da Secretaria da Assistência Social, Bartira Agra Lucas. Segundo a médica Myckanne Medeiros, o atendimento está muito voltado para a questão das águas das chuvas. “O principal relato é que muitos tiveram contato com a água nos alagamentos, alguns com água até a altura do peito. Então, a maior queixa é de febre e doenças de pele relacionadas a essa água. Aqui, já passamos uma medicação de profilaxia pós-exposição e, o que não temos, realizamos a prescrição para retirar em um centro de referência”. informou.

Entre as pessoas que precisam seguir para o abrigo no CRAS de Cajueiro Seco está Cicera da Silva Lima, que está no local com o marido e mais cinco filhos. Moradora de Sapolândia há pouco mais de um ano, a dona de casa se viu desabrigada por conta da água que invadiu a sua residência. “Estamos sendo muito bem tratados, a equipe é muito atenciosa e disponível” disse dona Cícera, que se emocionou ao relatar que já voltou na sua casa e de tudo que precisou descartar por conta da água que estragou.    

E além das famílias, os seus animais de estimação também são acolhidos e recebem cuidados especiais. Na última quarta (06), os cachorros no espaço foram vacinados.

Carlos Peruca 08 maio 2026 - 10:03m

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