Pernambuco registra melhor janeiro da série histórica em roubos a coletivos
Com 13 ocorrências em janeiro de 2026, Estado alcança o menor índice para o mês, enquanto 2025 encerrou como o melhor ano da contagem
Pernambuco iniciou 2026 com o menor número de roubos a coletivos já registrado para o mês de janeiro em toda a série histórica. Foram contabilizadas 13 ocorrências no período, consolidando o melhor desempenho para o mês desde o início do acompanhamento do indicador. O resultado representa uma redução de 72% em relação a janeiro de 2025, que contabilizou 47 casos.
A análise anual também evidencia a consolidação dessa tendência. O ano de 2025 encerrou com 358 ocorrências de roubo a coletivos em todo o Estado, configurando o melhor resultado anual da série histórica. Para efeito comparativo, somente em 2016 foram contabilizados 1.264 registros, seguido de 1.407 ocorrências ao longo dos 12 meses de 2017, os maiores números da contagem.
De acordo com o tenente-coronel Eliel Tomaz, os índices positivos decorrem diretamente da atuação contínua das 12 Unidades Operacionais da Diretoria Integrada Metropolitana (DIM), por meio da Força-Tarefa Coletivos (FT Coletivos), além do trabalho reforçado de toda a equipe policial. “Esse desempenho é resultado de um trabalho fundamentado na análise de dados estatísticos, na integração operacional, na Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e no comprometimento da tropa composta por Oficiais e Praças da DIM, que produzem efeitos concretos na segurança da população pernambucana”, destacou.
A diretora adjunta da DIM da Polícia Civil de Pernambuco, delegada Kelly Luna, ressalta que o melhor janeiro da série histórica é resultado de meses de atuação integrada entre as operativas de segurança a partir da FT Coletivos. “Nas reuniões da força-tarefa, são identificados os pontos com maior incidência de assaltos, permitindo o direcionamento das investigações. A partir desse mapeamento, a Polícia Civil realiza análise de imagens encaminhadas pelas empresas de ônibus, coleta depoimentos de vítimas, testemunhas e motoristas, e desenvolve diligências que possibilitam a identificação dos autores. Com a consolidação das provas, a Corporação representa ao Poder Judiciário pela prisão dos envolvidos”, relata.






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